A terceira geração do modelo mais vendido da Audi, que já vendeu mais de dois milhões de unidades, chega no próximo mês de setembro repleta de novidades importantes. Uma mudança geracional que marca um ponto de viragem para esta referência no competitivo segmento dos SUV compactos premium.
É o Q3 mais avançado tecnologicamente e eficiente alguma vez criado. Um modelo preparado para enfrentar os tempos que correm e, sobretudo, para desafiar concorrentes de peso como o BMW X1, o Mercedes GLA, o Volvo XC40 e o Alfa Romeo Tonale, por exemplo.

Basta uma rápida vista de olhos às imagens para perceber como o Q3 mudou. Comparativamente ao modelo anterior, a nova geração ostenta uma aparência mais robusta e emocional, na linha dos novos A5 e A6, por exemplo.
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A dianteira apresenta uma enorme grelha Singleframe ladeada na parte superior por novos conjuntos óticos Matrix LED. Os faróis apresentam uma assinatura luminosa distinta. As entradas de ar na dianteira não só acrescentam expressão e força ao visual geral, como também contribuem para melhorar o arrefecimento do motor.

No interior surge um painel de instrumentos digital de 11,9 polegadas com um ecrã táctil de 12,8 polegadas. O ecrã táctil é o “centro nervoso” do habitáculo, componente chave para o funcionamento do sistema multimédia. Estes ecrãs são complementados por um Head-Up Display.
Outra novidade é o volante e as duas manetes integradas na coluna de direção. A alavanca à direita também funciona como seletor de velocidades, libertando espaço na consola central.

Em termos mecânicos, houve mudanças significativas. Embora tenha mantido a estrutura de motorizações, todos os motores foram atualizados e/ou melhorados. O novo Q3 será comercializado com motores a gasolina, diesel e híbrido plug-in (PHEV).
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A opção de entrada é um motor a gasolina TFSI de 1,5 litros com 150 cv. Este motor de quatro cilindros é eletrificado com tecnologia híbrida leve (MHEV) de 48 volts, acionado por uma transmissão automática S tronic de dupla embraiagem e sete velocidades e um sistema de tração dianteira.

Posteriormente, a gama será reforçada com um motor a gasolina 2.0 TFSI com 204 cv e 320 Nm de binário máximo, e um 2.0 TFSI com 265 cv e 400 Nm de binário máximo, também disponível com transmissão automática S tronic e tração integral quattro.
Para os condutores que continuam a preferir o diesel, a marca oferece um motor 2.0 TDI de quatro cilindros com 150 cv e 360 Nm de binário máximo. É acompanhado por uma transmissão automática S tronic e tração dianteira.

A opção mais eficiente é uma versão híbrida plug-in (PHEV). Um conjunto PHEV composto por um motor a gasolina e um motor elétrico. A potência total combinada é de 272 cv e 400 Nm de binário máximo. Possui uma transmissão automática S tronic de dupla embraiagem e seis velocidades e tração dianteira. A bateria de iões de lítio de 25,7 kWh anuncia uma autonomia elétrica até 120 quilómetros, de acordo com o ciclo WLTP.