A partir de novembro deste ano (2026), entra em vigor a nova norma de emissões Euro 7, que endurece não só os limites de emissões para motores a gasolina e gasóleo, introduz novos métodos de controlo, incluindo a medição de partículas ultrafinas nas inspeções periódicas, mas também a durabilidade mínima dos sistemas de controlo de emissões.
Assim, os fabricantes terão de garantir uma durabilidade mínima dos sistemas de controlo de emissões, como catalisadores, filtros de partículas e sistemas SCR, por períodos que podem chegar aos 200.000 quilómetros ou 10 anos, consoante o caso.
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Caso os valores de emissões ultrapassem os limites definidos, a substituição destes componentes será obrigatória.

Os veículos elétricos e híbridos plug-in também passam a estar abrangidos por novas exigências. As baterias terão de manter pelo menos 80% da capacidade após cinco anos ou 100.000 km, e 72% após oito anos ou 160.000 km.
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Além disso, surgem limites para o desgaste de travões e pneus, que passam a contar para as emissões totais dos veículos.