A Renault parece estar a atravessar um caso semelhante à “novela” com o problema relacionado com o degradação prematura da correia de distribuição Puretech da Peugeot e Citroen. Em causa o motor E-Tech Hybrid a gasolina de três cilindros e 1,2 litros, capaz de debitar 160 cv na versão híbrida autocarregável utilizada em vários modelos, incluindo o Captur, Austral e Symbioz, subindo para os 200 cv com a mesma tecnologia e alcançando os 300 cv no híbrido plug-in Rafale. Agora sabe-se que a versão mais potente tem causado inúmeras dores de cabeça aos seus proprietários.
Segundo a imprensa francesa, o E-Tech Hybrid 200 apresentou um problema de dissolução do óleo; é, quando o combustível mistura-se com o lubrificante no cárter. A marca francesa não só está ciente disso, como também está a trabalhar para o resolver o mais rapidamente possível.

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Por enquanto, sabe-se que têm feito tentativas arriscadas, primeiro trocando as velas de ignição e depois ao descobrir que um tubo de aspiração de vapor de gasolina era feito de um material inadequado, o que poderia deformá-lo e impedi-lo de aspirar, aumentando a pressão na cambota.
Contudo, o novo Austral já não apresenta este problema, pois todo o sistema de refrigeração foi redesenhado. Os investigadores notaram que, em vez de três depósitos de expansão, existem agora apenas dois. Algo que ajuda o motor a gasolina a permanecer ligado durante mais tempo quando está mais frio e a não desligar porque aquece mais rapidamente. No entanto, isto não significa que o problema da dissolução do óleo tenha sido corrigido.
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Em relação aos novos modelos Austral, Espace e Rafale, ainda não se sabe se o problema foi resolvido ou se realmente decorre de um problema mais profundo, que pode resultar de componentes e peças mais gerais do motor, exigindo uma reformulação completa do motor.